Aula chata? Wearables e devices na educação

Já tem algum tempo que as universidades experimentam wearable e devices similares na educação. Já em 2007 foi lançada a Virtual Eve, capaz de entender suas expressões faciais e seus movimentos de braço, se adaptando ao seu ânimo.

Se você demonstrasse confusão, ansiedade ou falta de atenção? A tutora inteligente se adapta. Se você não se identificou com a persona pedagógica (afinidade), ela se adapta.

Mesmo com tais tutores inteligentes criados já em 2007, o “futuro” ainda não chegou e nossos alunos continuam assistindo aulas com quase a mesma tecnologia.

Isso não impede novos pesquisadores de irem além, ou de empreendedores acreditarem que novos devices vão, agora sim, definir o (novo) futuro da educação.

Marguerite McNeal, editora do EdSurge, descreve diversas dessas novas tentativas.

No mundo real não precisamos de wearables para detectar um aluno dormingo, mas mesmo assim diversos professores não mudam seu estilo de ensino.

Será que agora, com a internet das coisas e tantos wearables disponíveis, nossos tutores reais e virtuais realmente se adaptarão aos nossos alunos?

Talvez antes de focar nos dados coletados pelo wearable fosse interessante focar em o que o professor deve fazer com tais dados.

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