Edtech formando para o futuro

Segundo os dados no Linkedin, um movimento histórico de contratação é que a partir de Outubro aumenta o número de pessoas procurando uma nova vaga de emprego. Por outro lado as empresas abrem um grande número de vagas em geral no começo do ano.

Existem muitos motivos para procurar uma vaga: algumas pessoas estão procurando seu primeiro trabalho, outras se preparando para daqui algum tempo fazer essa procura, um terceiro grupo deseja mudar de vaga, existem aqueles que querem crescer na própria empresa entre diversos outros motivos para procurar um trabalho.

Se desejamos um emprego, no que devemos investir nosso tempo?

A expert em carreiras pelo Linkedin, Catherine Fisher, cita as 10 habilidades mais desejadas no mundo para 2017:

  • Análise estatística e mineração de dados
  • Software de integração e middleware
  • Arquitetura web e frameworks de desenvolvimento
  • Design de interface com o usuário
  • Redes e segurança da informação
  • Desenvolvimento mobile
  • Apresentação de dados
  • Marketing digital via SEO/SEM
  • Computação na nuvem e distribuída
  • Sistemas de armazenamento e gerenciamento

Pois é, todas estão ligadas a tecnologia, o futuro do mundo demanda o conhecimento de tecnologia e informática. Reflexo disso é que hoje muita gente tem um amigo programador ou similar na área de TI.

Quem começa uma empresa hoje percebe a importância de, em diversos momentos, ter um sistema próprio, uma equipe de marketing digital, segurança, mobilidade em seus serviços disponibilizados via internet etc.

No Brasil o cenário é muito parecido, com pequenas ressalvas, entre elas a aparição de 3 itens: “Desenvolvimento de negócios e gerenciamento de relações”, “Benefícios e compensação em RH” e “QA de Software e testes”.

Claro que se desenvolver em uma dessas áreas envolve estudar diversas tecnologias, ferramentas e práticas, o que consome tempo e um aluno deve estar preparado a se dedicar a um desses pontos como se dedicaria à uma outra carreira qualquer: com esforço e dedicação.

Nessa perspectiva, surgem empresas como a Alura, que apostam em educar e treinar em habilidades nas áreas de tecnologia da informação estão focadas não somente na tecnologia em si, mas sim no futuro dos trabalhadores, são empresas que formam pro futuro.

Pesquisas em edtech: será que elas validam a ferramenta?

“Pesquisas mostram que estudar no verão é fundamental. Faça nossos cursos e melhore suas habilidades na matemática.”

Pesquisas mostram que nossos cursos melhoram na matemática? Ops. Para caber em um tweet, a mensagem curta acaba deixando um espaço para uma compreensão errada sobre o que as pesquisas mostram. Estudar no verão pode ser fundamental (para que?) mas se os cursos da empresa acima vão mesmo melhorar suas habilidades na matemática, este é um outro assunto.

“Quem usa nosso produto no colégio dobra o aprendizado de matemática em 1 ano.”.

Mas e quem não usa o produto no colégio? Será que ele também dobra o aprendizado em matemática em 1 ano… acredite, no caso a pesquisa mostrava que sim, que a tecnologia e a aula eram equivalentes. Mas a frase acima é muito melhor para tentar vender um produto de tecnologia em educação.

O pessoal do Edsurge dá três exemplos de textos que podem ser enganosos em relação aos resultados.

Educadores devem tomar cuidado com o que lêem sobre tecnologia em educação ai por fora, ou até mesmo com os gráficos que encontra para te motivar a comprar alguma tecnologia nova de educação. Além disso eles vão além citando o que as pesquisas realmente falam contra como as empresas que tentam vender soluções tecnológicas abordam tais resultados.

Empresas devem tomar cuidado com os textos que escrevem em cima de suas pesquisas, para sem querer não acabem enganando o seu público alvo, os educadores e alunos.